terça-feira, 30 de junho de 2020

O vinho e a água

“Experiência é o nome que cada um dá a seus erros”. 

(Oscar Wilde)




Nos Alpes Italianos existia um pequeno vilarejo que se dedicava ao cultivo de uvas para produção de vinho. Uma vez por ano, acontecia uma grande festa para comemorar o sucesso da colheita.

 

A tradição exigia que nessa festa cada morador do vilarejo trouxesse uma garrafa do seu melhor vinho, o de maior sucesso, para colocar dentro de um grande barril, que ficava na praça central.

 

Um dos moradores pensou: “Porque deverei levar uma garrafa do meu mais puro vinho? Levarei água, pois no meio de tanto vinho o meu não fará falta.” Assim pensou e assim fez.

 

Conforme o costume, em determinado momento, todos se reuniram na praça, cada um com sua caneca para provar aquele vinho, cuja fama se estendia muito além das fronteiras do país.

 

Contudo, ao abrir a torneira, um absoluto silêncio tomou conta da multidão. Do barril saiu… água!

 

“A ausência da minha parte não fará falta.” Foi o pensamento de cada um dos produtores… Muitas vezes somos conduzidos a pensar “Tantas pessoas existem neste mundo! Se eu não fizer a minha parte, o meu trabalho, isto não terá importância.” Será?

 

Você sempre tem que estar motivado para fazer a sua parte, tenha um pensamento diferente dos outros e faça o seu trabalho, independente do que os outros possam estar fazendo.

sábado, 27 de junho de 2020

Fábula motivacional – Os macaquinhos na jaula

O medo de perder tira a vontade de ganhar.

“Wanderley Luxemburgo“




Em um zoológico bem cuidado de uma pequena cidade havia animais comuns: raposas, saguis, tamanduás, hienas, guarás, araras, tamanduás, tucanos, pavões, curiós…Um lugar calmo e perfeito para a vida daqueles animais.
 
Bem no centro daquele paraíso havia uma jaula onde "moravam" cinco macacos. Ali eles podiam ter uma ampla visão do jardim e dos demais animais. A comida e a água eram suficientes e até tinham um cantinho macio onde podiam descansar. Sobrava espaço para as muitas brincadeiras. Enfim, um paraíso na Terra! Eles estavam sempre alegres, bem-dispostos, com ótimo humor.
 
Entretanto, bem no meio da jaula, pesquisadores colocaram uma escada e, em cima dela, um cacho de bananas. Para os macacos, aquela visão era bem atraente: frutas maduras, cheirosas e sedutoras. A todo instante paravam as brincadeiras para olhar para cima. Aquilo, sim, era uma tentação! Então eles salivavam subir pela escada para tirar uma única banana…Ah! Que tentação…Mas só pensavam…Logo, logo voltavam à rotina de brincadeiras. 
 
Todas as vezes que um deles, furtivamente, começava a subir a escada, os observadores, do lado de fora, lançava jatos de água fria, propositadamente sobre os outros macacos. Então, o "traidor" era censurado pelo grupo, que gritava para ele não mais repetir aquilo. Afinal, qualquer um que ousasse subi decretava a punição dos demais: jatos de água eram jogados sobre os que estavam embaixo. Por isso, ninguém naquela jaula se arriscava a pegar uma única banana. Com o tempo, nenhum deles subia mais a escada, embora a tentação pelas bananas fosse muito grande. Aquele que fosse apanhado na tentativa terminava apanhando dos outros.
 
Depois de algum tempo, um dos macacos foi substituído por um novato. Assim que ele chegou, lançou-se escada acima. Resultado: levou um monte de cascudos dos demais e nunca mais tentou subir.
 
Passando algum tempo, substituíram outro veterano por outro novato, que também tentou subir a escada e apanhou dos demais, inclusive do que havia chegado um pouco antes dele.
 
Acabaram substituindo cinco veteranos por cinco novatos, e nenhum deles subia a escada. Depois de muita especulação, muito sutilmente, um dos novatos perguntou: 
 
– Ei, amigos, por que não podemos subir pela escada e pegar as bananas?
 
Todos olharam surpresos para ele e responderam quase em uníssono:
 
– Nós não sabemos, mas aqui sempre foi assim: se subir, apanha!

sexta-feira, 26 de junho de 2020

Contos Orientais - parte 1


“A felicidade não está em fazer o que a gente quer, e sim querer o que a gente faz”. (Jean Paul Sartre)



Conta uma popular lenda do Oriente que um jovem chegou à beira de um oásis junto a um povoado e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe:

– Que tipo de pessoa vive neste lugar ?
– Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem ? – perguntou por sua vez o ancião.
– Oh, um grupo de egoístas e malvados – replicou o rapaz – estou satisfeito de haver saído de lá.
– A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui –replicou o velho.

No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião

perguntou-lhe:

– Que tipo de pessoa vive por aqui?
O velho respondeu com a mesma pergunta: – Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem?
O rapaz respondeu: – Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixá-las.
– O mesmo encontrará por aqui – respondeu o ancião.

Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:

– Como é possível dar respostas tão diferente à mesma pergunta?

Ao que o velho respondeu :

– Cada um carrega no seu coração o  ambiente em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui, porque, na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter controle absoluto.

Autor desconhecido.



quinta-feira, 25 de junho de 2020

Contos indianos – Dharma: Nada na vida acontece por acaso

Nada acontece ao homem que não é próprio do homem

Marco Aurélio, imperador romano.




Conta a professora e filósofa Lucia Helena Galvão esta estória, de um príncipe cujo pai, o rei, tinha um conselheiro, um sábio ancião que, de forma serena, sempre repetia a máxima de vida segundo a qual “tudo acontece para o melhor, nada acontece por acaso”.


O príncipe cresceu ouvindo o jargão do ancião. Jovem e imediatista, achava que o sábio não tinha razão e que as coisas eram absolutamente casuais. Portanto, aquele conselheiro não tinha sabedoria alguma.


Certo dia, seu pai falece e ele assume o poder. Logo pensa em dispensar o conselheiro derrotista e conformista que só sabia repetir sua velha máxima.


Em uma bela ocasião, o novo rei resolve ir caçar com seus homens e, junto com eles, o sábio. O novo rei pretendia, na primeira oportunidade em que o ancião repetisse o jargão, se livrar dele.


Quando chegaram ao meio da floresta, o tempo sofre uma reviravolta, e uma ventania violenta toma conta e derruba um galho, que bate contra a testa do novo monarca, derrubando-o do elefante e resultando em um corte profundo na testa.


Caído no chão, meio atordoado, e com todos em volta para acudi-lo, o rei se levanta e reclama: “Que absurdo, como pôde acontecer uma coisa dessas comigo? Me machuquei inutilmente”.


Logo, o sábio conselheiro chega perto dele e fala: “Não se preocupe. Tudo acontece para o melhor, nada é por acaso”.


Indignado com o sábio, o rei ordenou a seus homens que cavassem um buraco, amarrassem o ancião e o deixassem para os chacais comerem. “Agora quero ver se ele vai achar que é para o melhor”, disse o monarca.


Ao ir embora, o rei se perde de sua comitiva pela floresta e escuta de longe um barulho. Pensando serem seus homens, ele vai até os comandados e encontra um grupo de bandidos, que o aprisionam. Os ladrões estavam fazendo um culto a uma divindade e teriam que entregar um ser humano em sacrifício.


Os bandidos levam o novo rei para o altar e, no momento de sacrificá-lo, percebem na testa dele um corte. Reclamam que, para servir de sacrifício à divindade, o ser humano deve estar íntegro fisicamente. Então o mandam embora, pois aquele homem não mais servia.


No mesmo momento, o novo rei lembra-se da sabedoria do velho sábio e admite que o conselheiro tinha razão.


Mais tarde, ao reencontrar seus homens, ele vai em busca do conselheiro, afirmando que cometera uma injustiça. Ao chegar no poço, retira o sábio de lá e lhe pede desculpas, dizendo que a ferida o salvou.


O velho disse: “É, aqueles bandidos que tentaram te matar passaram por aqui também. Só não conseguiram me achar pois eu estava dentro do buraco. Tudo acontece para o melhor, nada é por acaso”.



quarta-feira, 24 de junho de 2020

Marcas de batom no banheiro…


Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada: uma turma de meninas de 12 anos, que usava batom, todos os dias removia o excesso beijando o espelho do banheiro.

O diretor andava bastante aborrecido porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom.


Chegou a chamar a atenção delas por quase 2 meses, e nada mudou, todos os dias acontecia a mesma coisa….


Um dia o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam.


Depois de uma hora falando, e elas com cara de deboche, o diretor pediu ao zelador “para demonstrar a dificuldade do trabalho”.


O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.


Nunca mais apareceram marcas no espelho!


“Há professores e há educadores” !!!!

terça-feira, 23 de junho de 2020

A FÁBULA DO RATO



Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.

Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.

Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!!

A galinha disse:

- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

O rato foi até o porco e disse:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!

- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.

O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse:

- O que? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!

Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.

A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.

No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher… O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.

Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.

Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.

A mulher não melhorou e acabou morrendo.

Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

“Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. O problema de um é o problema de todos.”

segunda-feira, 22 de junho de 2020

O rei Salomão e o anel mágico


O rei Salomão foi um dos mais sábios de todos os homens. Ele entendia até mesmo a linguagem dos pássaros e de outros animais. Por ser tão inteligente, às vezes ficava tão feliz e não se comportava como um rei. Outras vezes ficava tão triste, que tudo lhe parecia sombrio e sem esperança.

Numa manhã, ao sair para ir ao Mercado, viu lojistas vendendo seus produtos e crianças brincando na rua. De repente, avistou um comerciante contando vantagem: “Eu sou o maior joalheiro de toda a Terra. Ninguém faz uma joia como eu!”.

     Salomão não gostou de ouvir alguém tão convencido. Foi até o homem e disse: “Você realmente acha que é o joalheiro mais talentoso da Terra? Então, eu quero que me faça um anel que me deixe calmo quando estiver muito feliz e eufórico. E quando eu estiver triste e deprimido, me levante o ânimo. A joia deverá ser entregue até amanhã à noite.”.

     O comerciante ficou muito preocupado com a ordem do rei, porque era um simples artesão. Foi para casa triste e amedrontado, pensando como faria para produzir tal anel. Pensou muito e, tendo uma ideia, começou a criar o anel, moldando-o em ouro enquanto trabalhava.

     No dia seguinte, correu para o palácio levando o anel para o rei. O rei Salomão olhou para o anel e para o comerciante, concordando com a cabeça. “Você realmente realizou o meu pedido. Toda vez que eu olhar para esse anel, saberei que as tristezas são temporárias e que os momentos alegres também se vão.” No anel estava gravado:
                       
      “ISSO TAMBÉM PASSARÁ”.

     A vida é feita de momentos. Momentos em que nos faltam o chão, quando nos sentimos incapazes de ultrapassar os obstáculos que nos cegam não deixando que vejamos soluções para resolvê-los. Nesta hora esquecemos que nada nos é dado sem que tenhamos condição da superação.

     “Preocupações não ajudam o presente, mas seguramente arruínam o futuro.”

     Momentos de muita alegria, felicidade e paz farão parte do nosso viver e gostaríamos de eternizá-los.

     Mas é nesse vai-e-vem que a vida mostra que tudo tem um motivo para ser vivido, sendo das dificuldades que tiraremos força para o nosso crescimento, nossa evolução, nossa sabedoria de vida, encontrando a fé no Divino.

     Neste conto, o rei Salomão, considerado o Sábio dos sábios, reconhece que a vida sempre nos proporciona duas faces, e nenhuma delas é eterna. 

Assim como gira o mundo, as alegrias e tristezas seguem o mesmo caminho, fazendo com que encontremos o nosso equilíbrio e reconhecendo que             “ISSO TAMBÉM PASSARÁ"

A ARTE DE NÃO ADOECER



Se não quiser adoecer - "Fale de seus sentimentos"

 

Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados. O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia.

 

Se não quiser adoecer - "Tome decisão"

 

A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

 

Se não quiser adoecer - "Busque soluções"

 

Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.

 

Se não quiser adoecer - "Não viva de aparências"

 

Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso... uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

 

Se não quiser adoecer - "Aceite-se"

 

A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.

 

Se não quiser adoecer - "Confie"

                                                                                                        Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.

 

Se não quiser adoecer - "Não viva sempre triste"

 

O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. "O bom humor nos salva das mãos do doutor". Alegria é saúde e terapia.

Dr. Dráuzio Varella 

 



domingo, 21 de junho de 2020

A VERDADE É MENOS DOLOROSA...


O neto de Mahatma Gandhi tinha 16 anos e estava vivendo com seus pais no instituto que seu avô havia fundado, a 18 milhas da cidade de Durban, na África do Sul, em meio a plantações de cana de açúcar.

Certo dia, seu pai lhe pediu que o levasse à cidade para assistir a uma conferência que duraria o dia inteiro. Como teria que esperá-lo lhe encarregou de algumas tarefas, como levar o carro à oficina. Quando se despediu de meu pai, ele me disse: “Nós nos veremos neste local às 5 horas da tarde e retornaremos para casa juntos”.

Após, muito rapidamente, completar todas as tarefas, ele foi ao cinema mais próximo. Estava tão concentrado no filme, que esqueceu o tempo. Eram 5:30 horas da tarde, quando lembrou e correu para a oficina, pegou o carro e correu até onde estava seu pai. Já eram quase 6 horas da tarde.

O pai perguntou com ansiedade: 'Por que chegaste tarde?' Como ele não podia dizer que estava no cinema, disse que o carro não estava pronto e que teve que esperar... Isto ele disse sem saber que seu pai já havia ligado para a oficina.

Quando o pai deu conta de que o filho havia mentido, disse: 'Algo não anda bem, na maneira pela qual tenho te educado que não tem proporcionado confiança em dizer-me a verdade. Vou refletir sobre o que fiz de errado contigo. Vou caminhar as 18 milhas à casa e pensar sobre isto.'

Assim, vestido com seu traje e seus sapatos elegantes, começou a caminhar até a casa, por caminhos que nem estavam asfaltados nem iluminados. Não podia deixá-lo só. Assim, o filho dirigiu por 5 horas e meia atrás do pai. Vendo seu pai sofrer a agonia de uma mentira estúpida que ele havia dito.

A lição que ele tirou foi: desde aquele exato momento nunca mais iria mentir. Muitas vezes ele se recorda desse episódio e pensa, se meu pai tivesse me castigado do modo que castigamos nossos filhos teria aprendido a lição? Não acredito. A ação de sabedoria de meu pai foi tão forte que a tenho impressa na memória como se fosse ontem...


Texto retirado do site: https://palestrante.srv.br/artigos/fabula-e-parabola/a-verdade-e-menos-dolorosa

A ÁRVORE DOS PROBLEMAS


Esta é uma história de um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumas coisas na sua fazenda.

O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil.

O pneu do seu carro furou, a serra elétrica quebrou, cortou o dedo, e ao final do dia o seu carro não funcionou. O homem que contratou o carpinteiro ofereceu uma carona para casa.

Durante o caminho, o carpinteiro não falou nada.

Quando chegaram à sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família.

Quando os dois homens estavam caminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos. Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se. Os traços tensos do seu rosto transformaram-­se em um grande sorriso, e ele abraçou os seus filhos e beijou a sua esposa.

Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro. Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou:

– Por que você tocou na planta antes de entrar em casa?

O carpinteiro respondeu:

– Ah! Esta é a minha Árvore dos Problemas. Eu sei que não posso evitar ter problemas no meu trabalho, mas estes problemas não devem chegar até os meus filhos e minha esposa. Então, toda noite, eu deixo os meus problemas nesta árvore quando chego em casa, e os pego no dia seguinte; e você quer saber de uma coisa? Toda manhã, quando eu volto para buscar os meus problemas, eles não são nem metade do que eu me lembro de ter deixado na noite anterior.

E aí!

Você entendeu a moral da história? Deixe para nós a sua opinião sobre este texto nos comentários abaixo.

Autor desconhecido

sábado, 20 de junho de 2020

A CORAGEM DE ENFRENTAR SEUS MEDOS

Diz uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato.

Um mágico teve pena dele e o transformou em gato. Mas aí ele ficou com medo de cão, por isso o mágico o transformou em pantera.

Então ele começou a temer os caçadores.

A essa altura o mágico desistiu. Transformou-o em camundongo novamente e disse:

– Nada que eu faça por você vai ajudá-lo, porque você tem apenas a coragem de um camundongo.

É preciso coragem para romper com o projeto que nos é imposto.

Mas saiba que coragem não é a ausência do medo, é sim a capacidade de avançar, apesar do medo; caminhar para frente; e enfrentar as adversidades, vencendo os medos…

É isto que devemos fazer. Não podemos nos derrotar, nos entregar por causa dos medos.

Autor desconhecido